top of page

Netanyahu pede a retirada da ONU do Líbano, acusando o Hezbollah de usar as forças de paz como "escudo humano"

Atualizado: 15 de out. de 2024

Países contribuintes de tropas da ONU condenam ataques e exigem proteção imediata para as forças de paz

Benjamin Netanyahu - Ohad Zwigenberg/POOL/AFP/Getty Images

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez um apelo contundente neste domingo, pedindo que a Organização das Nações Unidas (ONU) retire imediatamente suas forças de paz do Líbano. Netanyahu acusou o grupo terrorista Hezbollah de se esconder atrás das tropas da ONU para evitar retaliações israelenses, utilizando-as como "escudo humano."


"Senhor secretário-geral, coloque as forças de paz fora de perigo", declarou Netanyahu, dirigindo-se a António Guterres, chefe da ONU. "Isso precisa ser feito agora, imediatamente. Não forneçam escudos humanos aos terroristas do Hezbollah."


Nos últimos dias, ao menos cinco soldados das forças de paz da ONU foram feridos em confrontos entre o Exército israelense e o Hezbollah, um grupo militante apoiado pelo Irã que opera no sul do Líbano. Os combates têm intensificado a preocupação internacional sobre a escalada de tensões na região.


Resgate o jornalismo assinando a Revista Timeline, clique no botão abaixo



ONU e países aliados pedem proteção para suas forças de paz


Quarenta países que contribuem com tropas para as forças de manutenção da paz da ONU condenaram os recentes ataques e pediram medidas urgentes para proteger seus soldados. Em uma declaração conjunta, esses países afirmaram: "Condenamos energicamente os últimos ataques contra as forças de paz. Essas ações devem cessar imediatamente e ser devidamente investigadas."


Entre as nações que se manifestaram estão Itália, Espanha, França, Reino Unido, Indonésia e China. A Itália, que mantém cerca de 900 soldados no Líbano como parte da missão de paz, alertou para possíveis crimes de guerra e pediu uma investigação internacional. Paris, Madri, Dublin e Jacarta também condenaram os ataques.


Resgate o jornalismo assinando a Revista Timeline, clique no botão abaixo



ONU acusa Israel de ataques deliberados


A tensão subiu ainda mais quando a ONU acusou Israel de disparar "repetidamente" e "deliberadamente" contra as suas posições no sul do Líbano, ação que gerou uma forte condenação internacional. Diplomatas de países como Alemanha e Índia usaram as redes sociais para pedir que ambas as partes no conflito respeitem a presença das forças de paz, garantindo a segurança de seus funcionários.


Os confrontos entre Israel e o Hezbollah trazem novos riscos à já instável fronteira israelense-libanesa, com a ONU tentando mediar uma trégua enquanto acusações de violações de ambos os lados se acumulam.


Resgate o jornalismo assinando a Revista Timeline, clique no botão abaixo



EUA enviam sistemas antimísseis para Israel


Diante da escalada do conflito, os Estados Unidos anunciaram neste domingo que enviarão sistemas avançados de defesa antimísseis para Israel, além de tropas americanas para operá-los. O porta-voz do Pentágono, major general Patrick Ryder, afirmou que o objetivo é reforçar as defesas aéreas de Israel após os ataques recentes, que Washington atribui ao Irã.


"Nosso objetivo é ajudar a reforçar as defesas aéreas de Israel depois dos ataques sem precedentes do Irã", declarou Ryder, ressaltando o compromisso americano em proteger seu aliado no Oriente Médio.


Enquanto isso, a situação continua a se deteriorar rapidamente, com mais tropas da ONU sendo colocadas em risco à medida que o Hezbollah usa civis e forças de paz como barreira contra os ataques israelenses. O apelo de Netanyahu destaca a urgência de uma ação internacional para conter o Hezbollah, cujas táticas brutais e provocativas colocam em perigo a estabilidade da região e a vida de inocentes.


Resgate o jornalismo assinando a Revista Timeline, clique no botão abaixo



1 comentário


nutribella79
nutribella79
14 de out. de 2024

Hezbollah tinha que ser eliminado de uma vez por todas....

Curtir
bottom of page